
Hoje estou com pica. E como amanhã começa a minha licença parental, deixo aqui um poema dedicado ao meu filho mais novo.
Meu filho novo tu és
o mais belo dos presentes
tão formosos os teus pés
ansioso por ter dentes
P´ra trincar a costoleta
como fez o teu irmão
alimenta-te da teta
até pores os pés no chão
Depois corre como o vento
salta montes e barreiras
para teu grande talento
não conhecerás fronteiras.
12/9/2007
6 comentários:
Bonito Poema, a alusão às costoletas arrepiou-me. A escrita crativa apoderou-se de ti.
Adeus, entremeadas em poemas.
Aproveita bem o melhor que a nossa vida nos pode dar:
o cheirinho dos nossos filhos, o sorriso nas suas faces (e o teu mais pequeno é exíguo nisso)e as horas de sono matinal....até nos apetecer.....
Eu por mim, ando em stresse atroz.
Abraços
e qual é o problema se eu quiser fumar?????o meu sempre fumou em casa!!!!!
ah,desculpem..enganei-me outra vez....é noutro blog..
Parabéns, estás a começar a superar e quiça amedrontar o próprio fernando pessoa e seus heteróneos(quem?).
Realmente o significado da palavra costoletas é mortaz...atroz...
Capaz de sugar toda a malícia da própria semente da lingua portuguesa e palops.
Esse dos táxis não é certinho...pois não?
é das costoletas ou já escreveste melhor? Aproveita bem o tempo. Diverte-te.
bom blog cara.
valeu.
bom blog cara.
valeu.
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